Emergência
As nossas ações nesta área iniciaram com as cheias de 2000, em parceria com INGC e parceiros internacionais, suportando as famílias afetadas pelas inundações na região Sul do País.
. Em todas calamidades naturais (com enfoque as cheias e secas) que já ocorreram em Moçambique a KULIMA tem apoiado as comunidades na perspectiva de:
Contudo os nossos compromissos de engajamento nas actividades de desenvolvimento rural integrado, nunca pararam. Ao contrário. Soubemos aproveitar da Emergência para transformar tudo em desenvolvimento das comunidades afectadas, com a participação activa de todos intervenientes no relance da agricultura, comércio e outras actividades de geração de rendimento para o auto-sustento das comunidades locais, isto é, tornar as actividades de curto prazo no âmbito da emergência, em programas permanentes e de combate à pobreza absoluta.
Ao nível nacional e provincial faz parte do Conselho Técnico de Gestão de Calamidades (CTGC) e é membro fundador da Plataforma Nacional de Organizações da Sociedade Civil para Mudanças Climáticas desde o seu surgimento em 2011. Faz também parte do SHELTER CLUSTER composto por organizações de âmbito humanitário tais como: Cruz Vermelha de (CVM), Save Children, CARE, Concern Universal, UN Habitat, UNHCR entre outros.
Os nossos quadros têm sempre beneficiado de várias capacitações sobre Norma Humanitária Essencial para a Qualidade e Prestação de Contas e Programa de RRD com financiamento da PNUD, OXFAM, ACF e outros parceiros. Estas capacitações permitem implementar programas que visam identificar e mapear as áreas de risco e vulnerabilidade relacionadas ao clima e ao desastre.
Em 2011, a KULIMA realizou Campanha de sensibilização sobre impacto de Tsunami e medidas de prevenção ao nível da cidade da Beira com vista elevar o nível de consciencialização das comunidades costeiras sobre o impacto de Tsunami e medidas de prevenção (Financiamento da PNUD).
Posteriormente foram implementados programas sobre Mudanças Climáticas (MC) e Redução de Riscos de Desastres (RRD) nas províncias Cabo de Delgado, Nampula, Zambézia, Sofala, Gaza e Maputo com financiamento da OXFAM (2013-2015) e outros parceiros. Ao nível das cidades, todos os programas acima mencionados foram implementados em estreita coordenação e colaboração com os municípios e as universidades existentes, as delegações do INGC, entre outros stakeholders.
Nos últimos cinco anos temos desenvolvido programas de resposta as cheias e secas com fundos da FAO, PMA, OCHA etc. com objetivo de contribuir para o retorno da actividade agrícola, aumentar os níveis de segurança alimentar e reduzir a dependência da ajuda alimentar às populações afectadas, facilitando deste modo a sua integração social e económica.
Parceiros oficiais: INGC, OXFAM/NOVIB, OIM, PMA, FAO, OCHA e Outras ONG’s Internacionais






